No ano 1996, a então primeira dama Hillary Clinton publicou um livro intitulado It Takes a Village (É preciso uma vila). Dada a subcultura política de traição a qual emergiu Clinton, seria mais tocante renomear o livro para It Takes a Traitor
(É preciso um traidor), pois essa é a experiência formadora que temos
agora. É isso que significa nosso programa nacional de educação. Neste
momento, enquanto esperamos notícias de Moscou, com Putin e outras
figuras proeminentes desaparecendo em intervalos de dez dias após o
assassinato de Boris Nemtsov, temos a ocasião de perguntar aquilo que
ninguém pensou em perguntar: Qual a relação psicológica entre os
traidores dos Estados Unidos e os contínuos desajustamentos das farsas
moscovitas hodiernas?
Recentemente, o LA Times escreveu uma matéria sobre a Universidade da Califórnia em Irvine: “A UC Irvine odeia a bandeira americana? Não exatamente.”
Dez dias atrás, uma resolução foi adotada pelo conselho legislativo da
Associação dos Estudantes do campus para remover a bandeira americana
dos escritórios da Associação. “A bandeira americana foi hasteada em
ocasiões de imperialismo e colonialismo”, diz a resolução, que foi
aprovada por uma votação de 6 a 4. No sábado após essa votação a
universidade emitiu um comunicado formal dizendo que o conselho
legislativo estava “equivocado”. Muitos estudantes comuns ficaram
ofendidos pela decisão de 6 a 4 e surgiram protestos. Todavia, poucos
manifestantes viram na origem dessa decisão um impulso traidor. Poucos
reconheceram a psicopatologia insidiosa da associação de estudantes da
universidade. Os que aprovaram a resolução são adultos educados,
supostamente jovens, mas moralmente responsáveis por suas ações em todos
os campos da vida. O que eles expressaram não foi equivocado, mas sim
antiamericano. Foi também insano, e não poderia ser uma decisão tomada
por pessoas psicologicamente normais.
O
que esse episódio revela sobre nossas universidades é a ação de um
elemento patológico. Não é necessário banir a bandeira americana na
maioria dos nossos campi. É mais útil enganar o mundo ao permitir
que a bandeira seja hasteada num lugar em que o significado e o
espírito dela foram abolidos. Nos departamentos de ciências humanas e
sociais, onde a liberdade de pensamento tem importância vital, a
bandeira americana é mais odiada que amada pela faculdade e pelos
estudantes graduados. Eu sei isso por experiência própria, pois fiz
minha graduação na UC Irvine entre 1986 e 1989. Os professores lá
promoviam o marxismo, empenhavam-se em recrutamento ativo de estudantes
propensos às ideias marxistas e causavam danos às carreiras daqueles que
eram antimarxistas. Naqueles dias tudo era feito silenciosamente e
administrativamente. Se o sujeito se atrevesse a falar bem da América ou
da liberdade de mercado, ele seria perseguido e sua reputação seria
arruinada. É preferível evitar olhar para tal situação, pois é muito
incômodo experimentá-la diretamente; é por isso que aqueles que se
destacaram por estarem sendo perseguidos nunca foram defendidos. Eles
estavam destinados a secar até morrer, e ninguém se atrevia a
interferir. Afinal, quem quer problemas? É essa a beleza de uma
intimidação quieta e seletiva. Quando servi de professor assistente na
UC Irvine era necessário um juramento de fidelidade à Constituição dos
Estados Unidos e à Constituição da Califórnia. Eu fiz esse juramento e
imaginei quantos outros poderiam fazer o mesmo juramento e depois
quebrá-lo sem qualquer consequência; pois o marxismo que eles promoveram
tão afetuosamente sempre foi inimigo das “constituições burguesas” do
tipo que temos nos Estados Unidos e na Califórnia. Perguntei a dois
outros alunos graduados, que eram esquerdistas convictos, como eles
podiam em sã consciência fazer o juramento. Ambos deram a mesma
resposta: “Oh, esse juramento é uma piada”. E por que eles deveriam
levar esse juramento a sério se ninguém mais levava? Nem a administração
e nem a faculdade impunham o juramento; ao contrário, eles facilitavam
sua aniquilação — ou covardemente faziam vistas grossas. Se você quiser
saber como nossas universidades foram capturadas pelos inimigos da
América, essa é a resposta. Com certeza quase absoluta, a vasta
maioria dos professores da UCI que se opuseram ao banimento da bandeira
americana estão apenas interessados na prevenção de um escândalo maior;
pois se o público olhasse com atenção no assunto, veria que a
universidade é uma das várias escolas de traidores. E o traidor astuto
sabe como se esconder atrás da bandeira. Remover a bandeira seria um
convite a um olhar mais minucioso. Sim, é preciso um traidor...
Mas
quem lucra com essa traição? Quem a aproveita? Que poder pretende tomar
o lugar da América ao colocar americano contra americano? E aqui
estamos novamente em Moscou, onde uma misteriosa frota de caminhões
rondou a Praça Vermelha na sexta-feira 13 de março. Putin não apareceu
em público por dez dias. Sergei Ivanov, Chefe da Administração
Presidencial Russa, não foi (comprovadamente) visto desde 27 de
fevereiro. Sergei Stepashin, o Quebrador de Galhos do Império, voou para
os Urais alguns dias atrás sob algum pretexto — sim, aquelas montanhas
estratégicas onde se encontram tantas cidades e bunkers subterrâneos.
Enquanto isso, diz-se que o primeiro ministro da Coreia do Norte chegou à
Rússia. Então, como interpretamos essas ações? Bem, essa misteriosa
frota de caminhões pode ser explicada pelo súbito surgimento de uma
plataforma gigante na Praça Vermelha com assentos para milhares de
pessoas. O evento planejado, é claro, é provavelmente o primeiro
aniversário da anexação da Crimeia. Foi dito ao público e à mídia russa
para esperarem um grande “anúncio” do Kremlin no próximo fim de semana
(N.T.: O artigo foi escrito dia 15 de março). Talvez o anúncio já tenha
vindo na noite de domingo, 14 de março, na forma de um documentário
“bomba” feito para a televisão em que o presidente Vladimir Putin
retrata a revolução ucraniana do ano passado como um violento golpe
“arquitetado pelos nossos amigos americanos”. O líder russo acusou os
Estados Unidos de armar e treinar insurgentes nacionalistas no oeste da
Ucrânia, na Polônia e na Lituânia. De acordo com Putin, há boas razões
para temer um ataque aberto dos EUA à Rússia. Atento ao perigo, Putin
disse estar preparado para armar as ogivas nucleares russas.
Evidentemente,
tudo isso é mentira. Não há qualquer plano americano de armar os
revolucionários ucranianos e não há qualquer evidência que o presidente
Obama planejou ou autorizou uma tentativa de golpe em Kiev. O que
aconteceu na Ucrânia foi, ao que parece, um evento espontâneo. Sim, os
vitoriosos manifestantes da praça Maidan buscaram os conselhos de
oficiais americanos. E sim, esses oficiais foram estúpidos o suficiente
para se colocar em discussões acerca da formação de um novo governo
ucraniano. Mas em tudo isso não houve golpe americano. Falando
francamente, o governo dos Estados Unidos e o seu povo não estão
particularmente interessados na Ucrânia ou na Rússia. Aceitem isso deste
que escreve sobre o assunto: aqui há pouco interesse nisso. O
consenso aceito há muito tempo é que a Rússia não importa, e não há
qualquer motivação séria para fazer algo contra a Rússia. Washington
D.C. está preocupada com outros assuntos. Então é o caso de dizer a
Vladimir Putin: “Não se trata da sua pessoa”.
Por
mais que queiramos mais atenção dada às promessas quebradas pelas
revoluções anticomunistas de 1989-1991, somos realistas o bastante para
saber que o governo americano não está interessado em provocar a Rússia.
O que temos é um tipo de governo que quer contemporizar, um governo que
está ateado a um caminho de desarmamento unilateral. É um governo que
gostaria de implementar o socialismo nos Estados Unidos, e se esforça de
todas as maneiras para tal. Isso sendo verdadeiro, acusar tal governo
de intentos imperialistas sobre a Ucrânia — dada a pessoa de Barack
Obama — é simplesmente incrível. Barack Obama não faz a mínima questão
de esconder que odeia o exército americano tanto quanto Putin. Em
relação a isso, em seis anos ele fez mais para solapar o poderio militar
americano do que Putin fez em quatorze. A ideia de que Barack Obama
está fundamentalmente em desacordo com Moscou é desmentida por aquele vídeo gravado
quando os presidentes russo e americano conversavam durante um encontro
sobre armas nucleares em 2012. “Essa é minha última eleição”, disse
Obama. “Após minha eleição terei mais flexibilidade”. O presidente
americano estendeu seu braço e colocou sua mão sobre o braço de
Medvedev. O russo então respondeu: “Entendo. Transmitirei essa
informação para Vladimir”.
Hoje
Vladimir espera que acreditemos que Obama esteve planejando a
destruição da Rússia. Sim, o mesmo Obama que mandou de volta um busto de
Churchill; o mesmo Obama que detesta Netanyahu. Sim, aquele
Obama — o flexível negociador prestes a dar a bomba ao Irã e cuja meta é
“zero bombas” para a América. Sim, é esse homem que está arquitetando a
destruição da Rússia. E não duvide que essa mentira incrivelmente estúpida
será crida por milhões, pois ouviu-se em algum lugar que o complexo
militar-industrial americano está em ação. O que esses milhões não veem,
e talvez jamais verão, é que todo ditador culpa sua vítima por aquilo
que ele está prestes a fazer; assim como Napoleão culpou a Inglaterra de
desejar dominar a Europa; assim como Hitler culpou os judeus por
tentarem provocar uma Segunda Guerra Mundial; assim como os comunistas
culparam o Ocidente de ter desencadeado a Guerra Fria. O que quer que o
ditador diga que sua vítima está planejando fazer, a psicologia
totalitária indica que o próprio ditador é quem está tentando fazer!
Então
é um sinal péssimo quando um ditador russo aparece na televisão para
acusar a América de tentar destruir a Rússia. Ele está aí justificando
retoricamente ações futuras contra a América. Desse ponto em diante,
seja qual for o disparate diversionista que vier pela sua televisão, o
verdadeiro discurso trata-se de bunkers, ogivas e mísseis. Então, os
traidores que queriam remover a bandeira americana do campus da UC
Irvine podem agora serem vistos como uma consequência de algo que já
operou sua mágica; algo que já desarmou a vítima de um tirano russo que
explicou publicamente porque pode ser necessário varrer os Estados
Unidos do mapa.
Mesmo quando essa mentira incrivelmente estúpida
for acreditada, haverá bolsões de descrença — até mesmo continentes
inteiros de descrença! Não é possível, como disse Abraham Lincoln,
“enganar todas as pessoas o tempo todo”. Uma mentira incrivelmente estúpida, mesmo vestida como se fosse Sartor Resartus,
com alguém fingindo ser o Professor Diógenes Teufelsdröckh, ainda assim
poderia ser reconhecida como mentira (especialmente por aqueles que
mantiveram o senso comum). Em 2009, o “filósofo” político e pretenso
Teufelsdröckh, Aleksandr Dugin, lançou um livro intitulado A Quarta Teoria Política.
O livro foi claramente escrito com o propósito de justificar uma futura
guerra global contra os Estados Unidos. Dugin é um representante
oficial dos partidários bélicos do Kremlin. Ele é um indivíduo vil e
nefasto; e ano passado circulou uma petição na Moscow State University
dizendo: “Exigimos que o Professor A. G. Putin seja demitido da
faculdade”. A petição foi assinada por cerca de 10.000 alunos (que Deus
os abençoe) antes de ser mandado à reitoria da universidade. Os detalhes
da saída de Dugin da MSU permanecem obscuros, exceto o fato de que ele
não leciona mais lá. Isso evidentemente serve para ilustrar que, até
mesmo na Rússia, pessoas normais podem prevalecer sobre sujeitos
malignos e desajustados. Há boas pessoas na Rússia, assim como há boas
pessoas na América, e essas pessoas têm os mesmos objetivos e aspirações
(independente se Putin venha a dizer o contrário).
Até
o momento, o experimento de Dugin falhou. Suas justificações acadêmicas
para varrer os Estados Unidos do mapa foram deixadas de lado por Putin,
que por sua vez adotou uma abordagem mais prática e televisiva. Os
experts em propaganda entenderam há muito tempo que o público suspeita
de argumentos complicados, provas intelectuais e minúcias acadêmicas. O
público quer algo que fale direto ao coração. Ele prefere, acima de
tudo, uma performance diante das câmeras; e Putin trouxe essa
performance. Quem precisa de argumento intelectual quando as velhas
mentiras sempre são trocadas por novas? É trabalhoso demais introduzir a
simulação de rigor intelectual num processo desses. Ademais, devemos
concluir que os alunos russos da MSU — embora inclinados a um
patriotismo — conhecem um vilão quando veem um. O patriotismo desses
alunos não consiste numa bomba de hidrogênio caindo sobre Washington
D.C. Como crianças do pós-Guerra Fria, esses alunos veem o mundo com
olhos normais. Os melhores deles sabem que a América deseja o bem deles,
ou seja, que a América não tem plano de destruí-los. Eles obviamente
sabem que ninguém na América está pregando a guerra. Ninguém se tornaria
popular pregando isso. Isso em si não é uma prova? Porquanto, nossos Dugins — nossos
psicopatas políticos — estão basicamente dizendo a mesma coisa que
Dugin estava. Ao votar o banimento da bandeira americana de um campus
americano, esses sujeitos se alinharam com o bichinho de estimação
acadêmico de Putin. É simples assim. Ninguém nos Estados Unidos quer
bombardear a Rússia, pois nossos loucos políticos estão no mesmo mundo
dos loucos políticos russos. Todos esses loucos concordam que o país
marcado para ser destruído é a América, e não a Rússia.
Isso ficou claro? É indubitavelmente a chave para entender a coisa toda.
Embora
a América seja um país com todas as faltas que atingiram vários povos,
ela ainda assim é um símbolo de liberdade. Mais precisamente, é um
experimento em liberdade onde um cidadão comum pode viver uma vida
decente; onde a voz do fanático político é emudecida e o ideólogo é
visto com desconfiança; onde até o demagogo deve refrear-se e aceitar
dançar conforme a música. O desajustado totalitário que busca uma
existência gloriosa não acha apoio nesse tipo de política. Se ele
disputar cargos e for eleito, ele é aviltado pelos críticos e forçado
pelo suborno. No melhor dos casos, ele pode corromper o mecanismo
constitucional em alguns pequenos pontos, ou pode promover alguma
legislação danosa. Mas ele não pode tornar-se ditador sem expor-se ao
risco de prisão e processo. O poder não está lá para ser possuído; não
há glória, pois o político sedento de glória tem como destino final a
humilhação. Até mesmo a carreira presidencial mais promissora, com altos
índices de aprovação, pode ser arruinada pela imprensa. Clinton, Bush e
Obama — todos presidentes de dois mandatos — terminaram seus oito anos
como patos mancos que se viram num meio sufocante de críticas e
escândalos. Um sistema político desses parece uma prisão para um
totalitário. Para os demais, a liberdade se concretiza quando humilhamos
nossos mais poderosos políticos. O povo está livre enquanto a classe
que busca o poder vive num aquário. Marxistas, nazistas e muçulmanos
fanáticos odeiam esse tipo de sistema e sonham em reduzi-lo a
frangalhos, pois todas essas ideologias não se tratam de ideias, mas sim
de poder e de estar no centro das atenções. Então não é surpreendente
que os desajustados, aqui e na Rússia, estejam em consonância. Todos
eles odeiam a América. Como escreveu Sam Vaknin em seu livro Malginant Self Love:
O
narcisista é um pêndulo humano pendurado por um fio que é um falso
si-mesmo. Ele oscila entre a brutalidade cruel e abrasiva e o
sentimentalismo doce, melífluo e até piegas. É tudo simulacro,
verossimilhança, fac-símile: o bastante para enganar o observador casual
e extrair a cobiçada droga: a atenção das outras pessoas, aquela imagem
que, de alguma maneira, sustenta seu frágil castelo de cartas...
O
narcisista pensa resolutamente — embora vá contra a realidade dos fatos
— ser um tipo onipotente, onisciente, onipresente, brilhante,
talentoso, irresistível, imune e invencível. Qualquer informação que vá
de encontro a isso é filtrada, alterada ou completamente descartada.
Na
verdade, chamar uma pessoa dessas de “desajustada” é eufemismo. O
narcisista e o psicopata alternam entre os violentos ataques e a “inveja
patológica e torturante”. No fundo de si, o desajustado se odeia e
duvida do seu valor. Isso ajuda a explicar sua necessidade de poder
total como forma de total e desobstruída auto-afirmação. “Narcisistas
buscam novas vítimas pela mesma razão que tigres buscam novas presas:
eles estão famintos e precisam constantemente de adoração, admiração,
aceitação e aprovação”, escreveu Vaknin. O poder político, para tal
pessoa, é como um bálsamo. “Muitos narcisistas acabam por ser
delirantes, esquizóides ou paranóicos”, acrescenta Vaknin. E alguns
narcisistas entram na política, entram num movimento totalitário ou numa
gangue — e tornam-se ditadores. Esses são os maiores e mais perigosos
dos tigres.
Então, o desajustado como político totalitário
(Putin), sendo do tipo criminoso, encontra escudeiros intelectuais
(Dugin) para inventar vangloriosas teorias políticas (como a Quarta
Teoria Política), que servem em todos os lugares de desculpas para um
ataque à sociedade normal, à liberdade e ao bem-estar do cidadão médio.
Para esse fim, e tendo em mente a simplificação, a América é o bode
expiatório natural dessas pessoas, a vítima desejada, o objeto de inveja
e desdém, e o foco da estratégia malevolente. No dia 15 de março, na
televisão russa, o presidente-anão, demonstrando sua virilidade
termonuclear como meio de compensação, mostra ser mais um desses
malditos tolos desajustados — como o fragmentário Stálin ou o minúsculo
Lênin. Talvez o que se precisa é um sujeito grande e robusto para varrer
do palco russo essa raça malevolente de anões. Talvez Boris Nemtsov
seria esse sujeito, mas Boris foi baleado nas ruas de Moscou. Foi dito
que o assassino baleou-o quatro vezes nas costas. O covarde fundamental
obviamente não é aquele que atirou num homem desarmado pelas costas. O
covarde fundamental é certamente aquele mesmo pigmeu totalitário que
esteve na TV russa culpando a América, e cujo regime é marcado por
muitos assassinatos políticos. É triste que a ausência astutamente
encenada de Putin tenha apagado Nemtsov da memória pública e colocado
ele próprio no centro das atenções; e sim, Vladimir, todas as atenções têm de estar sobre você, não? Sim, sim. Na América, assim como na Rússia, é preciso um traidor e um desajustado.
Tradução: Leonildo Trombela Junior Fonte:midiasemmascara

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