Os fatos são patentes e inegáveis:
1.
O PT é filiado a uma organização estrangeira, o Foro de São Paulo, que
ele reconhece como “coordenação estratégica da esquerda na América
Latina” (sic) e cujas resoluções, unanimemente assinadas nas suas
assembléias anuais, ele acata e cumpre. Consultem-se, a respeito, o
vídeo do III Congresso do partido (https://www.youtube.com/watch?v=OI8C-vKe6sw), as atas das assembléias do Foro de São Paulo (http://www.midiasemmascara.org/attachments/007_atas_foro_sao_paulo.pdf)
e o discurso comemorativo pronunciado pelo sr. Luís Inácio Lula da
Silva, então presidente da República, no décimo-quinto aniversário da
entidade – discurso publicado na própria página oficial da Presidência,
depois comentado e linkado no meu artigo http://www.olavodecarvalho.org/semana/050926dc.htm). As provas não poderiam ser mais abundantes nem mais inquestionáveis.
A
Lei dos Partidos Políticos (Lei número 9.096 de 19 de setembro de 1995)
determina que o STF casse o registro desse partido, por violação do
artigo 28, alínea II: “estar subordinado a entidade ou governo
estrangeiros”.
A violação independe de o partido ter ou não recebido fundos dessa entidade, o que é crime suplementar a ser investigado.
2.
O PT tem sob o seu comando e alimenta com vultosas verbas públicas uma
entidade paramilitar, armada, clandestina e sem registro legal, treinada
por técnicos estrangeiros para atividades de guerrilha, especializada
em invadir e queimar propriedades rurais e em bloquear pela força o
direito do cidadão brasileiro de circular livremente pelo território
nacional, e não hesita em convocar essa entidade, chamando-a mui
apropriadamente de “exército”, a mostrar o seu poder e interferir na
política nacional como instrumento de pressão e intimidação.
Isso
viola a alínea IV da Lei dos Partidos Políticos (“manter organização
paramilitar”), obrigando o STF a cancelar o registro do partido,
mediante “denúncia de qualquer eleitor, de representante de partido, ou
de representação do Procurador-Geral Eleitoral”.
O PT é portanto um partido ilegal, cuja possibilidade de existência continuada só é garantida por um conluio criminoso, regado a dinheiro público, do qual participam políticos, juízes e altos funcionários das estatais, tudo sob a proteção da “grande mídia”.
3.
O governo Dilma Rousseff concedeu empréstimos ilegais a várias nações
comunistas, violando o artigo 49 da Constituição Federal, segundo o qual
assinar tratados e compromissos internacionais que impliquem despesas
para os cofres públicos “é de competência exclusiva do Congresso
Nacional”. Reconhecendo cinicamente que esses empréstimos são
inconstitucionais e ilegais, o governo Rousseff ainda os tornou
secretos, roubando ao Congresso e à nação a mera possibilidade de
investigá-los.
Não poderia haver prova mais patente de crime de improbidade administrativa, tornando o impeachment
da Sra. Rousseff não apenas legal, mas obrigatório, mesmo sem Mensalão,
Petrolão e demais crimes coadjuvantes que esse governo jamais se eximiu
de praticar.
Para maiores informações, v. http://www.midiasemmascara.org/artigos/governo-do-pt/15501-2014-10-22-21-30-10.html.
4. A sra. Rousseff deve o seu segundo mandato à fraude eleitoral maciça e ostensiva da apuração secreta dos votos,
que nega o mais elementar princípio de transparência sem o qual nenhuma
eleição é válida ou legítima à luz da razão e do Direito. Para dar
viabilidade ao truque sujo, colocou na presidência do Tribunal
Eleitoral, após tê-lo feito passar pelo STF, um advogado do seu partido e
homem notoriamente desprovido das qualificações para cargos superiores
da magistratura. Nessas condições, proclamar, como o faz praticamente a
totalidade da classe política e da mídia, que a sra. Rousseff governa o
país com base num mandato legítimo e democraticamente instituído é
atitude de uma mendacidade e de um cinismo que raiam a raiam a
amoralidade psicopática pura e simples.
Cansados
de esperar e implorar que o Congresso e as autoridades judiciárias
fizessem cumprir a lei, dois ou três milhões de cidadãos saíram às ruas,
no maior protesto político de toda a nossa História, apenas para ver,
no dia seguinte, o governo, auxiliado pelos políticos ditos “de
oposição” e pela mídia, tentar tirar proveito do seu próprio descrédito e
da sua própria torpeza, utilizando-se da ira popular como pretexto para
vender, de novo, a fraudulenta proposta da “reforma política”
bolivariana.
Com
toda a evidência, a elite política e midiática deste país entrou num
pacto calculado para impor a autoridade do PT acima da Constituição e
das leis, incondicionalmente e sem possibilidade de discussão.
No
tempo de Collor e FHC, qualquer passeata de umas dezenas de milhares de
manifestantes, convocados e dirigidos por organizações políticas, era
glorificada como “clamor popular” e alegada como razão iminente para um impeachment.
Dois milhões de pessoas clamando espontaneamente nas ruas pelo simples
cumprimento das leis não bastam para demover essa elite da sua firme e
inabalável decisão de vender como “democracia” um ritual grotesco de
legitimação do crime e da iniqüidade.
A
ruptura entre o povo e a elite mandante é hoje profunda, radical e
insanável. Não há diálogo nem conciliação possível. A vida política
nacional tornou-se uma queda de braço entre os happy few e a massa indignada, entre a palhaçada de cima e a realidade de baixo.
Mais dia, menos dia, a realidade vencerá, mas quanto sofrimento isso ainda vai custar aos brasileiros?
(Publicado no Diário do Comércio.)Sugestões aos patriotas:
Querem se livrar do PT? Peguem os itens 1 e 2 do meu artigo de hoje, juntem os documentos citados, e protocolem no TSE alguns milhares de pedidos de fechamento do partido.
Querem o impeachment da Dilma? Peguem os itens 3 e 4, juntem os documentos citados, e protocolem alguns milhares de pedidos de impeachment no Congresso e no TSF.
Dei a receita, mas fabricar os remédios em escala industrial é com vocês.
Querem mais repercussão? Façam uma vaquinha ou peçam dinheiro a um amigo rico e reproduzam o artigo, como matéria paga, em todos os jornais e revistas mais importantes.
Enviem também cópias protocoladas dos dois requerimentos a todos os comandos militares das várias regiões do país, pedindo sua garantia de que as leis e a Constituição serão cumpridas.
*
Não esperem que algum político ou sujeito importante faça os requerimentos. Façam vocês mesmos. É a coisa mais fácil do mundo. É só copiar os itens numerados (1 e 2 para o PT, 3 e 4 para Dilma) e juntar os documentos linkados.
É importante que os requerimentos sejam EM GRANDE NÚMERO.
Copiem ou reescrevam os itens, juntem documentos, e no fim coloquem: "Em vista do exposto, requeremos a V. Excia.... etc e tal."
Será preciso IR às repartições e protocolar os pedidos na portaria. É melhor do que enviar pelo Correio.
No hang-out com o Allan dos Santos dou mais explicações.Fonte:midiasemmascara
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